Está quase para além da imaginação pensar naqueles e aquelas que chegaram a este pedaço de terra isolado no meio do oceano. Coberto por uma vegetação luxuriante e de certeza impenetrável nessa época. Com um relevo que faz Lisboa parecer uma cidade plana. E, em menos de nada, transformaram esse pedaço de terra na Sua Terra.
Como? Com que força? Com que braços? Com que vontade?
Emocionados e embargados com estes pensamentos fomos a correr prestar respeitosa homenagem aos anónimos proto-madeirenses que se encontram representados por baixo da estátua do Zarco.
Só tenho pena de não ter conseguido encontrar literatura sobre esta época (falha minha que procurei mal!). É sem dúvida uma história fascinante que gostaria de ouvir contar.
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